Segundo a arquiteta Sandra Leahy, após o primeiro projeto utilizando gás natural, ela passou a indicar a solução com o energético para todos os seus clientes. "Temos a garantia e a confiança do fornecimento da distribuidora, além da segurança do abastecimento, o que contribui ainda mais para ressaltar a economia e a funcionalidade que esta tecnologia oferece", ressalta a arquiteta.
O produto tem várias utilizações para este segmento de mercado, como cocção (fogão, forno, fritadeira, chapas, etc), aquecimento de água e de piscina, climatização de ambiente, sauna, churrasqueira e geração de energia em horário de pico. Além disso, o cliente normalmente opta por substituir o GLP pelo gás natural em função de algumas vantagens, tais como fornecimento contínuo; maior segurança operacional; liberação de espaço no condomínio (central de GLP); só paga o que consome e o pagamento é feito após consumo; combustível limpo, ambientalmente correto; custo competitivo com outras alternativas energéticas.
Soluções com gás natural fazem parte dos projetos de muitos arquitetos em Alagoas. Em Maceió, a companhia Algás contabilizou um grande crescimento no setor residencial, encerrando mês de novembro com 426 prédios interligados à sua rede, o que soma cerca de 10 mil unidades habitacionais, de um total de mais de 21 mil unidades residenciais contratadas.
Esses números projetam a Algás no cenário nacional em termos de comercialização desse insumo para uso residencial. Maceió foi a primeira capital do país, depois do Rio de Janeiro e São Paulo, a dispor de um sistema de distribuição de gás natural para residências. Na capital do Estado, todos os novos prédios em construção na orla contam com essa fonte de energia, o que representa cerca de quatro mil novas residências que irão se beneficiar do gás natural.
Em Pernambuco, a evolução no consumo de gás natural para o setor residencial, elevou em novembro do ano passado para 340 metros cúbicos/dia o volume médio consumido. A companhia Copergás espera abastecer 50 edifícios residenciais no Estado. Atualmente a companhia atende 15 condomínios localizados no município de Jaboatão dos Guararapes e em Recife. A perspectiva de crescimento considera os bairros de Piedade e Boa Viagem, já atendidos, as novas expansões da rede da companhia, na capital.
A atual rede de distribuição para o segmento soma 8 km de extensão. Do total, 2,7 km estão instalados no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes e os 5,3 km restantes, em Boa Viagem, zona Sul do Recife. É por esta rede que a Copergás já fornece uma média de 340 metros cúbicos/dia de gás natural. Os 15 condomínios representam 457 apartamentos consumidores que usam o produto, principalmente, para cozinhar.
No Ceará, a Cegas traçou metas e projetos para um crescimento consistente e significativo no segmento comercial/residencial. A companhia tem o “Projeto Beira Mar de Fortaleza”, além de atender os municípios de Aracati, Horizonte, Pacajus, Caucaia, Croatá, Pacatuba, Pecém, Maracanaú e Tabuleiro do Norte. Com um consumo de mais 490 mil m³/dia e atuante nos segmentos industrial, auto-produção de energia, automotivo, residencial e comercial, a Cegas está investindo no residencial, com a perspectiva de crescimento significativo da quantidade de clientes e consumo.
Na Paraíba, o projeto, denominado Basset (dado pela área de atendimento projetada ter o formato do cachorro da raça Basset), visa fornecer gás natural às residências/condomínios e às atividades comerciais, abrangendo os principais bairros da cidade de João Pessoa onde predomina maior concentração de condomínios verticais.
O projeto inicial, com investimentos da ordem de 33 milhões de reais, contempla 52 km de extensão de rede para atender um mercado potencial de 660 prédios residenciais que correspondem a cerca de 16.000 apartamentos e casas. Para o diretor presidente da companhia PBGAS, Manoel de Deus, o projeto irá representar uma movimentação significativa de novas atividades relacionadas aos serviços, “bem como dos empreendimentos imobiliários que certamente irão procurar se adequar para utilização dessa nova opção de energético, prático, seguro, economicamente vantajoso e ambientalmente correto”.
Já no Espírito Santo, a BR iniciou o fornecimento de gás natural para os segmentos residencial e comercial no final do ano de 2002. Atualmente a companhia conta com mais de 7 mil unidades consumidoras residenciais (263 prédios) e 107 clientes comerciais já consumindo gás natural em Vitória.
Uma pesquisa de satisfação de cliente feita pela companhia capixaba mostrou que existe um percentual alto de clientes satisfeitos: síndico - 93,4%; consumidor - 91%; comércio - 86,9%. Quando perguntado se estes clientes recomendariam para outros a utilização do gás natural, o resultado também foi muito bom: comércio - 100%; síndico - 98,3%; consumidor - 96,8%.
O gás natural, além de ser um combustível de queima limpa, eficiente e econômico, proporciona um efeito considerável na redução de custos. No segmento residencial/comercial podem-se reduzir os atuais custos com o GLP (Gás Liquefeito do Petróleo) em até 40%, contribuindo desta forma para uma redução nos custos financeiros direto ao consumidor final. FONTE: Redação Gás Brasil |